A música para flauta de Philippe Gaubert e Jacques Ibert
por Daniela Antunes Carimbo Pinheiro
Publicado por : IPL - ESML (Lisboa) , 2012| Tipo de documento | Localização | Cota | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução |
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Trabalhos académicos
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RE-45 (Ver prateleira) | 1766 | Não é permitido emprestar | Guardado no armário das teses |
Índice
I - Introdução (7)
II - Revisão da Literarura (8)
Impressionismo (8)
Debussy fonte de Inspiraçãp (11)
Escola Francesa de Flauta (14)
Philippe Gaubert: Biografia (17)
Nocturne et allegro scherzando (21)
Madrigal (25)
Fantasie (26)
Ballade (28)
Troisième Sonata (32)
Jacques Ibert: Biografia (34)
Histoires (36)
Pièce (38)
III - Projecto (39)
Metodologia (41)
IV - Reflexão Crítica (42)
V - Conclusão (44)
VI - Bibliografia (45)
Anexos
Este trabalho estuda a vida e obra de Philippe Gaubert (1879-1941) e Jacques Ibert (1890-
1962), a sua relação com a Escola Francesa para Flauta, com o Impressionismo, com a música de
Debussy (1862- 1918) e em que medida se aproximam. Gaubert foi um excelente flautista,
maestro e pedagogo tornando-se um grande marco, dando uma nova vida e imagem à Escola
Francesa para Flauta. Ibert, por sua vez, dedicou a sua vida à composição e a sua escrita e
influências fizeram com que as suas obras para flauta se tornassem referências e preferências de
um vasto repertório.
Debussy, com o Prélude à l’après- midi d’un faune, foi grande impulsionador desta nova
e brilhante música para flauta. A ostentação que Debussy atribuiu à flauta despontou um interesse
acrescido pelo instrumento. A música de Gaubert, assim como a de Ibert, foi altamente
influenciada pelas técnicas de Debussy. O método utilizado na realização deste trabalho teve
como base uma pesquisa literária e uma breve análise de obras dos compositores, com o intuito
de reflectir sobre o seu trabalho e também com o de melhorar a minha performance.


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